domingo, 14 de fevereiro de 2010

Lucas 18:34 - E eles nada disto entendiam, e esta palavra lhes era encoberta, não percebendo o que se lhes dizia.
Em muitos aspectos de nossa vida cristã, nossa reação é igual a dos discípulos de Jesus – nós não entendemos: “Os discípulos não entenderam nada dessas coisas. O significado dessas palavras lhes estava oculto e eles não sabiam do que Ele estava falando” (Lucas 18:34).

Nosso nível de incompreensão não tem muito a ver com falta de explicação – o que acontece, muitas vezes, é que aquilo que parece explicar de fato não explica muita coisa (principalmente quando são tentativas humanas de explicar coisas divinas). Por outro lado, não faltam explicações no texto bíblico. O de que sentimos falta, no comum das vezes, é de experiência e percepção espiritual suficientes para entender a mensagem divina.

O bom de tudo isso é que, apesar de nossas limitações, o Senhor não desiste de nós. Por isso, de vez em quando, no meio de uma oração ou de um texto bíblico, uma luzinha desponta dentro de nós..., e um pouco mais de compreensão acontece. A necessidade de entender é nossa. A responsabilidade de explicar é do Senhor. Ele disse aos discípulos: “A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus...” É uma questão de perseverança e confiança nas promessas do Senhor. Mais cedo ou mais tarde, mas sempre no tempo do Senhor, iremos compreender...

Quando aquilo em que a gente acredita vem a acontecer, somos tomados de um ânimo renovado; porém, quando a esperança fenece, o natural é se esconder.

Estes dois discípulos decidiram desaparecer. Testemunhar a morte de Jesus foi duro demais para eles, pois, morrendo o Salvador, se esvaziou sua esperança.

Talvez essa seja a sua situação: algo que você esperava tanto não veio a acontecer. Mas levante o ânimo. A tristeza impediu esses discípulos de perceberem que Jesus havia ressuscitado.

E pode estar impedindo você de ver que o Salvador está bem pertinho de você!
medite meu querido o que sera que esta tampando sua viasão ou tirando seu ânimo que Deus te abençõe abraços . Deus é contigo acredite.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O ANEL DO PROFESSOR


                                                   O ANEL DO PROFESSOR
- Professor, eu me sinto um inútil. Não tenho força alguma. Dizem-me que não sirvo para nada... Que sou lerdo... Um completo idiota. Ajude-me, por favor.     O professor, sem olhá-lo, disse-lhe: - Sinto muito, meu jovem. Você me pegou num dia ruim. Estou tentando resolver um sério problema. Volte outra hora, por favor.     Quando o jovem já ia saindo, o professor lhe propôs: - Bem, se você me ajudasse, eu poderia resolver o meu problema mais rápido, daí a gente poderia conversar...     - C... Claro, professor gaguejou o jovem, bastante inseguro.     O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e disse ao garoto: - Monte meu cavalo e vá até o mercado vender este anel. Preciso pagar uma dívida, mas, por favor, não o venda por menos que uma moeda de ouro. Vá correndo e volte o mais rápido que puder.     Mal chegou ao mercado, o jovem começou a oferecê-lo a todos que encontrava. Eles olhavam com algum interesse, mas, quando o jovem dizia quanto pretendia pelo anel, eles riam, volviam-lhe as costas, ignoravam-no. Somente um velhinho, vendo o sofrimento do rapaz, foi simpático com ele, e lhe explicou que uma moeda de ouro era muito dinheiro por aquele anel.     Outro, tentando ajudar, chegou a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem, seguindo as orientações do seu professor, recusou a oferta.     Abatido pelo fracasso, montou novamente o cavalo e, muito triste, voltou para a casa do professor. Chegou mesmo a desejar ter uma moeda de ouro e comprar aquele anel, mesmo que não valesse tanto, somente para ajudar seu mestre.     Ao entrar na casa, relatou: - Professor sinto muito, não consegui vender o anel. É impossível conseguir o que o senhor está pedindo por ele. Talvez eu possa conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas, não mais que isso. Não podemos enganar ninguém sobre o valor deste anel.     - Você tem razão, meu amigo. Antes de tentar vender o anel, deveríamos primeiro, saber seu real valor. Não queremos enganar ninguém, nem ser enganado, não é mesmo? Por favor, faça-me mais uma coisa: Monte novamente o cavalo e vá até o joalheiro quem melhor do que ele para saber o valor deste anel? Diga-lhe que eu quero vendê-lo e pergunte quanto ele pode ofertar, mas, atenção meu amigo, não importa o quanto ele ofereça, não venda o anel ao joalheiro. Apenas pergunte o valor do anel e o traga de volta.     Ainda tentando ajudar seu professor, o jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro, então, lhe disse: - Diga ao professor que, se ele tem pressa em vender o anel, não posso lhe dar mais do que 8 moedas de ouro...     - 8? Perguntou o jovem.     - Sim, replicou o joalheiro, posso chegar a lhe oferecer até 10 moedas, mas, só se ele não tiver pressa.     O jovem, emocionado, correu até a casa do professor e contou-lhe tudo. – 8 moedas de ouro, uau! – exclamou o professor, e rindo, zombou: - Aqueles homens no mercado deixaram de fazer um bom negócio, não é mesmo? – Sim, professor, concordou o menino, todo empolgado.     - Então, professor, perguntou o menino, o senhor vai vender o anel por 8 ou por 10 moedas? – Não vou vendê-lo, respondeu ele, fiz isso apenas para que você entenda uma coisa:     - Você, meu jovem, é como esse anel: uma jóia valiosa e única. Mas, somente pessoas sábias podem avaliar seu real valor. Ou você pensava que qualquer um poderia avaliá-lo corretamente? Não! Não importa o que digam de você, o que importa é o seu real valor.     E, dizendo isso, colocou seu anel de volta no dedo.    - Todos nós somos como esta jóia: únicos e valiosos. Infelizmente, passamos a vida andando por todos os mercados da vida, barateando nosso próprio valor, pretendendo que pessoas mal preparadas nos valorizem. Ninguém deveria ter a força de nos fazer sentir inferior, sem o nosso consentimento. Cada um de nós é especial, pois foi Deus que nos fez.

O PASTOR REJEITEDO




Uma certa igreja estava precisando de pastor. Um dos diáconos escreveu a seguinte carta, como se a tivesse recebido de um candidato e leu-a perante o conselho da igreja: "Senhores: sabendo que o púlpito da sua igreja está vago, gostaria de candidatar-me a o cargo. Tenho muitas qualificações que, penso, irão apreciar. Tenho sido abençoado com poder na pregação, e tenho tido bastante sucesso como escritor. Alguns dizem que sou bom administrador.   Algumas pessoas, contudo têm algumas coisas contra mim. Tenho mais de cinqüenta anos de idade. Nunca fiquei no mesmo lugar, tive que deixar a cidade porque a obra causou tumulto e distúrbios. Tenho que admitir que estive na cadeia três ou quatro vezes, mas não por más ações. Minha saúde não é muito boa, embora eu ainda consiga trabalhar muito. Tenho exercido minha profissão para pagar as despesas. As igrejas em que tenho pregado são pequenas, embora localizadas em várias cidades grandes.   Eu não tenho tido muita comunhão com os líderes religiosos das diversas cidades onde tenho pregado. Para falar a verdade alguns deles me levaram às barras do tribunal, e me atacaram fisicamente de maneira violenta. Eu não sou muito bom para manter arquivos de registros. Muitos sabem que até já esqueci quem foi que batizei. Todavia, se os senhores quiserem me aceitar eu me esforçarei ao máximo mesmo que tenha que trabalhar para ajudar no meu sustento."   Depois de ler esta carta diante do conselho, o diácono perguntou se os oficiais estavam interessados nesse candidato. Eles replicaram que ele jamais serviria para aquela igreja eles não queriam um homem enfermo, contencioso, turbulento, um presidiário descabeçado. E ainda mais, a apresentação desse candidato era até um insulto para a igreja.    Depois, perguntaram qual era o seu nome e receberam esta resposta: Apóstolo Paulo